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1º Capitulo em 20/07/09, 03:27 pm
Admin.
Discípulos de Nyx e Erebus

Se você não terminou de ler o segundo livro, sugiro que não leia o primeiro capitulo do terceiro, pois contem Spoilers do segundo que pode estragar a leitura do mesmo!!



UM
“Yep, eu tenho um aniversário horrível,” eu disse a minha gata, Nala. (Ok, na verdade
ela não é minha gata e sim sou a pessoa dela. Você sabe como é com gatos: Eles não
tem donos, eles tem empregados. Um gato que eu ignoro.)
De qualquer jeito, eu continuo falando com a gata como se ela estivesse pendurada
em cada palavra minha, o que tããããão não é o caso.”Já faz 17 anos de um
aniversário chato do dia 24 de dezembro. Eu estou completamente acostumada. Não
tem nada demais.” Eu sabia que estava dizendo as palavras só pra me convencer.
Nala “mee-uf-owed” para mim em sua voz mal humorada de uma mulher velha e então
sentou para sentar suas partes privadas, claramente entendendo que eu estava cheia.
“Aqui é o negocio,” eu continuei quando terminei de passar um pouco de delineador
nos meus olhos. (e eu digo um pouco passar-delineador-até-parecer-um-guaxinin
definitivamente não é para mim. Na verdade, não é pra ninguém.) “Eu vou ganhar
vários presentes de bom grado que não são presentes de aniversario de verdade –
são coisas com temas de Natal porque as pessoas tentam esmagar meu aniversario
com o natal, e isso não funciosa.” Eu encontrei os olhos verdes no espelho. “Mas
vamos fingir e fingir que está tudo bem com os presentes nerds porque as pessoas
não entendem que elas não podem juntar um aniversario com natal. Pelo menos não
com sucesso.”
Nala espirrou.
“Exatamente como me sinto, mas seremos boazinhas porque é pior dizer alguma
coisa. Então ganho presentes horríveis e todo mundo fica chateado e as coisas ficam
estranhas.” Nala não parecia convencida, então foquei minha atenção no meu reflexo.
Por um segundo eu pensei ter exagerado no delineador, mas eu olhei mais perto e
percebi que estava fazendo meus olhos ficarem tão grandes e escuros não era do
meu delineador. Embora já fizesse dois meses desde que eu fui Marcada e virei uma
vampira, a tatuagem em forma de lua crescente entre meus olhos e elaborados e os
fios de tatuagens entrelaçadas que emolduravam meu rosto ainda tinham a habilidade
de me surpreender. Eu tracejei uma das linhas espirais com meu dedo. Então quase
inconciente eu abaixei o a já baixa gola do meu suéter para baixo e expus meu ombro
esquerdo. Com uma virada da minha cabeça eu joguei para trás meu cabelo escuro
para que o raro padrão de tatuagens que começava na base do meu pescoço e se
espalhavam por meus ombros até o lado da minha espinha até a parte baixa das
minhas costas. Como sempre, a visão de minhas tatuagens me dava um choque
elétrico que me deixava em parte excitada e em parte com medo.
“Você não é como todo mundo,” eu sussurrei para meu reflexo. Então limpei minha
garganta em uma voz muito faceira. “E está tudo bem não ser como todo mundo.” Eu virei os olhos para mim mesma.”Tanto faz.” Eu olhei por cima da minha cabeça, meio
surpresa por não ser visível. Quero dizer, eu definitivamente podia sentir a enorme
nuvem negra que me seguia desde o ultimo mês. “Diabos, estou surpresa por não
estar chovendo aqui. E isso não seria ótimo para o meu cabelo?” Eu sarcasticamente
disse para o meu reflexo. Então suspirei e peguei um envelope que estava na minha
mesa, A FAMÍLIA HEFFER estava escrito com linhas douradas contra o brilhante
endereço de resposta. “Em falar em depressivo...” eu murmurei.
Nala espirrou de novo.
“Você está certa. É melhor acabar com isso.” Eu relutantemente abri meu envelope e
puxei o cartão. “Ah, diabos. É pior do que eu pensei.” Havia uma enorme cruz de
madeira na frente do cartão. No meio da cruz (com um prego ensangüentado) tinha
um velho papel. Escrito (em sangue, é claro) estavam as palavras: Ele É a razão para
a temporada. Dentro do cartão estava escrito (com letras vermelhas, é claro): FELIZ
NATAL. Abaixo disso, com a letra da minha mãe, dizia: Eu espero que você lembre da
sua família durante essa época abençoada do ano. Feliz Aniversario, Com amor,
Mamãe e Papai.
“Isso é tão típico,” eu disse a Nala. Meu estomago doeu. “E ele não é meu pai.” Eu
rasguei o cartão em dois e o joguei no lixo, e então levantei olhando para os pedaços.
“Se meus pais não vão me ignorar, eles estão me insultando. Eu prefiro ser ignorada.”
A batida na minha porta me fez pular.
“Zoey, todos querem saber onde você está.” A voz de Damien passou facilmente pela
porta.
“Espera – estou quase pronta,” eu gritei, me balancei mentalmente, e olhei mais uma
vez meu reflexo, decidindo, com uma ponta defensiva, deixar meu ombro nu.”Minhas
Marcas não são como as de todo mundo. É melhor das as pessoas algo para olhar
enquanto conversam.” Eu murmurei.
Então suspirei. Eu normalmente não sou tão mal humorada. Mas meu péssimo
aniversario, meus péssimos pais...
Não. Eu não podia continuar mentindo para mim mesma.
“Queria que Stevie Rae estivesse aqui,” eu sussurrei.
E era isso, o que tinha feito eu me afastar dos meus amigos (incluindo meus
namorados – os dois) durante o mês e personificando uma grande, carregada, e
nojenta nuvem de chuva. Eu sentia falta da minha melhor amiga e ex colega de
quarto, que todos tinham visto morrer um mês atrás, mas quem eu sabia que tinha
virado uma criatura morta viva da noite. Não importa o quão melodramática e um
péssimo filme isso soa. A verdade era que agora, Stevie Rae deveria estar lá embaixo
se ocupando com os detalhes bobos do meu aniversario chato, e agora ela estava
andando em algum lugar nos velhos túneis de baixo de Tulsa, conspirando com suas
criaturas amigas nojentas que eram realmente maldosos, assim como definitivamente
fedidas.
“Uh,Z? Você está bem aí?” A voz de Damien chamou de novo, interrompendo minha
tagarelice mental. Eu levantei Nala que reclamava, virando as costas para o terrível cartão de natal-aniversario dos meus pais, e corri para a porta, quase atropelando
Damien que parecia preocupado.
“Desculpe... desculpe...” eu murmurei. Ele parou do meu lado, dando pequenos e
rápidos olhares de lado.
“Eu nunca conheci ninguém antes que não fica excitado com seu aniversário,” Damien
disse.
Eu soltei Nala e dei nos ombros, tentando sorrir. “Só estão praticando para quando
estiver velha – tipo com 30 – e precisar mentir sobre minha idade.”
Damien parou e virou seu rosto para mim. “Okayyyyy.” Ele arrastou a palavra. “Todos
sabemos que vampiros de 30 anos ainda parecem ter 20 e definitivamente são
quentes. Na verdade vampiros de 130 anos ainda parecem ter 20 e são
definitivamente bonitos. Então mentir sobre sua idade não é um problema. O que está
acontecendo com você?”
Enquanto hesitei, tentando descobrir o que podia ou não dizer para Damien, ele
levantou uma sobrancelha, e a voz de professor dele disse, “Você sabe o quão
sensíveis minha gente são para emoções, então é melhor você desistir e me contar a
verdade.”
Eu suspirei de novo. “Vocês gays são incrivelmente intuitivos.”
“Somos nós: homos – poucos, orgulhosos, e super sensíveis.”
“Homo não é um termo pejorativo?”
“Não se for usado por um homo. Mas você está enrolando e isso não está funcionando
para você.” Ele pos as mãos nos quadris e bateu o pé.
Eu sorri para ele, mas sabia que a expressão não chegou nos meus olhos. Com uma
intensidade que me surpreendeu, de repente, eu desesperadamente queria contar a
verdade ao Damien.
“Eu sinto falta de Stevie Rae,” eu disse antes de poder me parar.
Ele não hesitou. “Eu sei.” Os olhos dele pareciam suspeitosamente úmidos.
E foi isso. Como se uma represa tivesse se quebrado dentro de mim as palavras
começaram a sair. “Ela deveria estar aqui! Ela estaria correndo como uma mulher
louca colocando decorações de aniversario e provavelmente assando um bolo
sozinha.”



UM
“Yep, eu tenho um aniversário horrível,” eu disse a minha gata, Nala. (Ok, na verdade
ela não é minha gata e sim sou a pessoa dela. Você sabe como é com gatos: Eles não
tem donos, eles tem empregados. Um gato que eu ignoro.)
De qualquer jeito, eu continuo falando com a gata como se ela estivesse pendurada
em cada palavra minha, o que tããããão não é o caso.”Já faz 17 anos de um
aniversário chato do dia 24 de dezembro. Eu estou completamente acostumada. Não
tem nada demais.” Eu sabia que estava dizendo as palavras só pra me convencer.
Nala “mee-uf-owed” para mim em sua voz mal humorada de uma mulher velha e então
sentou para sentar suas partes privadas, claramente entendendo que eu estava cheia.
“Aqui é o negocio,” eu continuei quando terminei de passar um pouco de delineador
nos meus olhos. (e eu digo um pouco passar-delineador-até-parecer-um-guaxinin
definitivamente não é para mim. Na verdade, não é pra ninguém.) “Eu vou ganhar
vários presentes de bom grado que não são presentes de aniversario de verdade –
são coisas com temas de Natal porque as pessoas tentam esmagar meu aniversario
com o natal, e isso não funciosa.” Eu encontrei os olhos verdes no espelho. “Mas
vamos fingir e fingir que está tudo bem com os presentes nerds porque as pessoas
não entendem que elas não podem juntar um aniversario com natal. Pelo menos não
com sucesso.”
Nala espirrou.
“Exatamente como me sinto, mas seremos boazinhas porque é pior dizer alguma
coisa. Então ganho presentes horríveis e todo mundo fica chateado e as coisas ficam
estranhas.” Nala não parecia convencida, então foquei minha atenção no meu reflexo.
Por um segundo eu pensei ter exagerado no delineador, mas eu olhei mais perto e
percebi que estava fazendo meus olhos ficarem tão grandes e escuros não era do
meu delineador. Embora já fizesse dois meses desde que eu fui Marcada e virei uma
vampira, a tatuagem em forma de lua crescente entre meus olhos e elaborados e os
fios de tatuagens entrelaçadas que emolduravam meu rosto ainda tinham a habilidade
de me surpreender. Eu tracejei uma das linhas espirais com meu dedo. Então quase
inconciente eu abaixei o a já baixa gola do meu suéter para baixo e expus meu ombro
esquerdo. Com uma virada da minha cabeça eu joguei para trás meu cabelo escuro
para que o raro padrão de tatuagens que começava na base do meu pescoço e se
espalhavam por meus ombros até o lado da minha espinha até a parte baixa das
minhas costas. Como sempre, a visão de minhas tatuagens me dava um choque
elétrico que me deixava em parte excitada e em parte com medo.
“Você não é como todo mundo,” eu sussurrei para meu reflexo. Então limpei minha
garganta em uma voz muito faceira. “E está tudo bem não ser como todo mundo.” Eu virei os olhos para mim mesma.”Tanto faz.” Eu olhei por cima da minha cabeça, meio
surpresa por não ser visível. Quero dizer, eu definitivamente podia sentir a enorme
nuvem negra que me seguia desde o ultimo mês. “Diabos, estou surpresa por não
estar chovendo aqui. E isso não seria ótimo para o meu cabelo?” Eu sarcasticamente
disse para o meu reflexo. Então suspirei e peguei um envelope que estava na minha
mesa, A FAMÍLIA HEFFER estava escrito com linhas douradas contra o brilhante
endereço de resposta. “Em falar em depressivo...” eu murmurei.
Nala espirrou de novo.
“Você está certa. É melhor acabar com isso.” Eu relutantemente abri meu envelope e
puxei o cartão. “Ah, diabos. É pior do que eu pensei.” Havia uma enorme cruz de
madeira na frente do cartão. No meio da cruz (com um prego ensangüentado) tinha
um velho papel. Escrito (em sangue, é claro) estavam as palavras: Ele É a razão para
a temporada. Dentro do cartão estava escrito (com letras vermelhas, é claro): FELIZ
NATAL. Abaixo disso, com a letra da minha mãe, dizia: Eu espero que você lembre da
sua família durante essa época abençoada do ano. Feliz Aniversario, Com amor,
Mamãe e Papai.
“Isso é tão típico,” eu disse a Nala. Meu estomago doeu. “E ele não é meu pai.” Eu
rasguei o cartão em dois e o joguei no lixo, e então levantei olhando para os pedaços.
“Se meus pais não vão me ignorar, eles estão me insultando. Eu prefiro ser ignorada.”
A batida na minha porta me fez pular.
“Zoey, todos querem saber onde você está.” A voz de Damien passou facilmente pela
porta.
“Espera – estou quase pronta,” eu gritei, me balancei mentalmente, e olhei mais uma
vez meu reflexo, decidindo, com uma ponta defensiva, deixar meu ombro nu.”Minhas
Marcas não são como as de todo mundo. É melhor das as pessoas algo para olhar
enquanto conversam.” Eu murmurei.
Então suspirei. Eu normalmente não sou tão mal humorada. Mas meu péssimo
aniversario, meus péssimos pais...
Não. Eu não podia continuar mentindo para mim mesma.
“Queria que Stevie Rae estivesse aqui,” eu sussurrei.
E era isso, o que tinha feito eu me afastar dos meus amigos (incluindo meus
namorados – os dois) durante o mês e personificando uma grande, carregada, e
nojenta nuvem de chuva. Eu sentia falta da minha melhor amiga e ex colega de
quarto, que todos tinham visto morrer um mês atrás, mas quem eu sabia que tinha
virado uma criatura morta viva da noite. Não importa o quão melodramática e um
péssimo filme isso soa. A verdade era que agora, Stevie Rae deveria estar lá embaixo
se ocupando com os detalhes bobos do meu aniversario chato, e agora ela estava
andando em algum lugar nos velhos túneis de baixo de Tulsa, conspirando com suas
criaturas amigas nojentas que eram realmente maldosos, assim como definitivamente
fedidas.
“Uh,Z? Você está bem aí?” A voz de Damien chamou de novo, interrompendo minha
tagarelice mental. Eu levantei Nala que reclamava, virando as costas para o terrível cartão de natal-aniversario dos meus pais, e corri para a porta, quase atropelando
Damien que parecia preocupado.
“Desculpe... desculpe...” eu murmurei. Ele parou do meu lado, dando pequenos e
rápidos olhares de lado.
“Eu nunca conheci ninguém antes que não fica excitado com seu aniversário,” Damien
disse.
Eu soltei Nala e dei nos ombros, tentando sorrir. “Só estão praticando para quando
estiver velha – tipo com 30 – e precisar mentir sobre minha idade.”
Damien parou e virou seu rosto para mim. “Okayyyyy.” Ele arrastou a palavra. “Todos
sabemos que vampiros de 30 anos ainda parecem ter 20 e definitivamente são
quentes. Na verdade vampiros de 130 anos ainda parecem ter 20 e são
definitivamente bonitos. Então mentir sobre sua idade não é um problema. O que está
acontecendo com você?”
Enquanto hesitei, tentando descobrir o que podia ou não dizer para Damien, ele
levantou uma sobrancelha, e a voz de professor dele disse, “Você sabe o quão
sensíveis minha gente são para emoções, então é melhor você desistir e me contar a
verdade.”
Eu suspirei de novo. “Vocês gays são incrivelmente intuitivos.”
“Somos nós: homos – poucos, orgulhosos, e super sensíveis.”
“Homo não é um termo pejorativo?”
“Não se for usado por um homo. Mas você está enrolando e isso não está funcionando
para você.” Ele pos as mãos nos quadris e bateu o pé.
Eu sorri para ele, mas sabia que a expressão não chegou nos meus olhos. Com uma
intensidade que me surpreendeu, de repente, eu desesperadamente queria contar a
verdade ao Damien.
“Eu sinto falta de Stevie Rae,” eu disse antes de poder me parar.
Ele não hesitou. “Eu sei.” Os olhos dele pareciam suspeitosamente úmidos.
E foi isso. Como se uma represa tivesse se quebrado dentro de mim as palavras
começaram a sair. “Ela deveria estar aqui! Ela estaria correndo como uma mulher
louca colocando decorações de aniversario e provavelmente assando um bolo
sozinha.”
Última edição por Admin em 20/07/09, 03:33 pm, editado 1 vez(es)

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