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A Escolha de Elphame - P. C. Cast

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A Escolha de Elphame - P. C. Cast

Mensagem por Beatriz em 12/03/12, 04:13 pm



Sinopse:

Elphane acretita ser uma pessoa diferente de qualquer outra garota, ela se sente única, como uma mistura de humano, centauro e deusa. Em Partholon não existe ninguém com as habilidades que ela possui. Nenhuma ligação com a divindade de seu povo Epona.

Mesmo nunca tivesse sentindo nada. Chegou a hora de Elphame desvendar seu verdadeiro destino. Ela queria muito ir para o amaldiçoado Castelo MacCallan, que foi envadido por fomorianos. Estavam eles vigiando, ameaçando a sequência de Partholon. Será que Elphame salvaria o seu reino e ainda resgatar sua alma gêmes da profecia?
Dependendo de sua escolha ela pode deixar todos à infeliz, ou o fututo onde estaria acompanhada.

Você pode compra-lo Aqui!

1º Capitulo study
Spoiler:
Um


PODER. NADA ERA tão bom. Nem o excelente chocolate
de Partholon. Nem a beleza de um perfeito nascer do sol.
Nem mesmo... Não, não sabia sobre aquilo. Ela sacudiu a cabeça,
mudando com propósito o padrão de seus pensamentos.
O vento assobiava veloz por seus cabelos e alguns fios longos
açoitavam seu rosto, fazendo-a desejar que estivessem presos.
Geralmente os prendia, mas hoje queria sentir o peso deles, e
admitia para si mesma que gostava da maneira como flutuavam
às suas costas quando corria, como a cauda flamejante de uma
estrela cadente.
Sua passada vacilou com a oscilação da concentração, porém
Elphame logo recobrou o controle de seus pensamentos perdidos.
Manter velocidade exigia foco. O campo no qual corria
era relativamente plano e livre da maioria das rochas e obstáculos,
mas não seria prudente deixar os pensamentos vagarem.
Um passo em falso poderia facilmente quebrar uma perna;
seria tolice acreditar no contrário. Por toda a vida, Elphame
fez questão de evitar crenças e comportamentos tolos. Tolice e
estupidez eram para pessoas que podiam se permitir erros normais
e cotidianos. Não para ela, alguém cujo físico demonstrava
que fora tocada pela Deusa e era, portanto, mantida à parte
do que era aceito como normal e cotidiano.
Elphame aprofundou a respiração e obrigou-se a relaxar a
parte superior do corpo. Mantenha a tensão na parte inferior, lembrou
a si mesma. Mantenha todo o resto frouxo e relaxado. Deixe
a parte mais poderosa de seu corpo fazer o trabalho. Os dentes brilharam
num sorriso quase selvagem quando ela sentiu o corpo
se recompor e disparar em frente. Elphame adorava a maneira
como os músculos encordoados em suas pernas respondiam.
Os braços se arrojavam sem esforço enquanto os cascos batiam
no macio tapete verde do campo jovem.
Ela era mais rápida do que qualquer humano. Muito mais
rápida.
Elphame exigiu mais de si mesma, e o corpo respondeu
com força inumana. Poderia não ser tão rápida quanto um
centauro em longas distâncias, mas poucos poderiam deixá-la
para trás numa corrida de velocidade, como seus irmãos frequentemente
costumavam se gabar. Com um pouco mais de
esforço, talvez ninguém fosse capaz de superá-la. A ideia era
quase tão satisfatória quanto o vento em seu rosto.
Quando a ardência começou, ela a ignorou, sabendo que
precisava ir além do ponto de simples fadiga muscular, mas
começou a angular suas passadas para que a corrida a levasse
num imenso caminho esférico. Terminaria no lugar onde tinha
começado.
Mas não para sempre, prometeu a si mesma. Não para sempre.
E exigiu ainda mais se si mesma.


* * *

— Oh, Deusa. — Observando a filha, Etain suspirou com
reverência. — Será que nunca me acostumarei com a beleza
dela?
Ela é especial, Amada. A voz de Epona tremulou com familiaridade
pela mente da Escolhida.
Ela puxou as rédeas do cavalo para detê-lo ainda dentro da
proteção das árvores que flanqueavam uma das extremidades
do campo. A égua prateada parou e girou a cabeça, erguendo
as orelhas para sua senhora na versão equina de uma pergunta.
E Etain sabia que sua égua, a encarnação equina da Deusa
Epona, estava realmente fazendo uma pergunta.
— Só quero ficar aqui e observá-la.
A Deusa bufou imperiosa pelo nariz.
— Não estou espionando! — exclamou Etain indignada. —
Sou a mãe dela. Está no meu direito observá-la correr.
A Deusa sacudiu a cabeça numa réplica que indicava não
ter tanta certeza.
— Comporte-se com o devido respeito. — Ela sacudiu as
rédeas da égua. — Ou a deixo no templo no próximo passeio.
A Deusa não se dignou a comentar com nada além de
um bufo. Etain ignorou a égua que agora a ignorava, e murmurou
alguma coisa sobre velhas criaturas mal-humoradas,
mas não alto o bastante para a égua ouvir. Depois apertou
os olhos e ergueu a mão para impedir que o sol interferisse
na sua visão.
Sua filha estava correndo com uma velocidade que fazia a
parte inferior do corpo borrar, tanto que parecia voar sobre os
brilhantes brotos verdes do trigo novo. Ela corria ligeiramente
inclinada para a frente, com uma graça que sempre maravilhava
a mãe.
— Ela é a mistura perfeita de centauro e humana — murmurou
Etain para a égua, que girou as orelhas para capturar as
palavras. — Deusa, você é tão sábia.
Elphame tinha completado a longa volta de sua trilha imaginária
e estava começando a voltar para o bosque no qual a
mãe aguardava. O sol poente emoldurava seu corpo em movimento,
lançando fogo no cabelo castanho-avermelhado da
garota. Ele brilhava e faiscava ao redor dela em fios longos e
pesados.
— Ela certamente não herdou de mim o adorável cabelo
liso — falou Etain com a égua, enquanto tentava prender atrás
da orelha um dos cachos que sempre escapavam. A égua virou
as orelhas para trás em atenção. — O brilho vermelho que entremeia
o cabelo, sim, mas de resto ela pode agradecer ao pai.
— Também poderia agradecê-lo pela cor daqueles espantosos
olhos escuros. O formato era seu — grandes e redondos, repousando
em maçãs altas e delicadas que também eram cópias
das da mãe, mas enquanto os olhos de Etain eram verde-musgo,
os olhos da filha eram do fascinante negro do pai centauro.
Mesmo que a forma física de Elphame não fosse inteiramente
única, sua beleza seria incomum — combinadas a um corpo
que só a Deusa poderia ter criado, o efeito era espetacular.
O passo de Elphame começou a diminuir, mudando de
direção, dessa vez rumando para as árvores nas quais a mãe e
a égua esperavam.
— Devemos nos fazer visíveis para que ela não pense que
estávamos nos escondendo nas sombras para observá-la.
Elas surgiram na orla, e Etain viu a filha virar a cabeça na direção
delas num gesto instintivo de defesa, mas quase imediatamente
Elphame as reconheceu e ergueu o braço para acenar
um olá, ao mesmo tempo que a égua proclamava uma aguda
saudação.
— Mamãe! — chamou Elphame com alegria. — Por que
vocês duas não vêm se refrescar comigo?
— Claro, minha querida — gritou Etain. — Só que mais
devagar, você sabe que a égua está ficando velha e...
Antes que ela pudesse terminar a frase, a “égua velha” em
questão disparou e alcançou a jovem, empinando com energia
para os lados antes de ajustar com facilidade seu galope calmo
à marcha de Elphame.
— Vocês duas nunca ficarão velhas, mamãe. — Elphame riu.
— Ela só está se exibindo para você — disse Etain à filha,
mas abaixou-se para agitar com afeição a crina sedosa da égua.
— Ah, mamãe, por favor. Ela está se exibindo... — Elphame
deixou a frase sugestivamente inacabada enquanto erguia a sobrancelha
e dava uma olhada sábia nas joias resplandecentes e
no sedutor caimento do traje de montaria de couro macio que
se ajustava confortavelmente ao corpo ainda formoso da mãe.
— El, você sabe que usar joias é para mim uma experiência
espiritual — disse ela em sua voz de Amada da Deusa.
— Eu sei, mamãe. — Sorriu Elphame.
O bufo da égua era decididamente sarcástico, e a risada de
Etain se misturou à da filha enquanto prosseguiam em harmonia
pelo campo.
— Onde deixei minha roupa? — murmurou Elphame
meio para a mãe, meio para si mesma, enquanto vasculhava a
margem do bosque. — Pensei ter deixado nesse tronco.
Etain observou a filha se inclinar num tronco caído à procura
do restante da roupa. Ela vestia apenas uma blusa sem
mangas de couro, que estava bem presa ao redor dos seios
fartos, e uma pequena tira de linho que envolvia as nádegas
musculosas e era recortada bem acima dos quadris, antes que
se afundasse num triângulo para cobri-la na frente. Criação da
própria Etain.
O problema era que apesar de o corpo musculoso da moça
ser coberto por uma luzidia pelagem equina a partir da cintura,
e que ela tivesse cascos em vez de pés, exceto pelos extraordinários
músculos da parte inferior do corpo, Elphame era
muito semelhante a uma mulher humana. Então precisava de
uma vestimenta que lhe desse a liberdade de exercitar a velocidade
inumana com a qual fora presenteada, além de mantê-la
decentemente coberta. Etain e a filha experimentaram muitos
estilos diferentes antes de encontrarem um que satisfizesse com
sucesso as duas necessidades.
O resultado funcionara bem, exceto por deixar muito do
corpo de Elphame visível. Pouco importava que as mulheres
de Partholon sempre tivessem sido livres para exibir seus corpos
com orgulho. Etain frequentemente desnudava os seios
durante rituais de bênção para representar o amor de Epona
pela forma feminina. Quando Elphame revelava as pernas unguladas,
as pessoas reagiam com absoluto choque e espanto à
visão do corpo da Escolhida, tão evidentemente tocado pela
Deusa.
Elphame odiava ser objeto dos olhares.
Então se tornara um hábito para Elphame vestir-se de maneira
conservadora em público, só tirando suas vestes esvoaçantes
quando corria, quase sempre sozinha e bem longe do
templo.
— Ah, encontrei! — gritou ela, pulando por cima de um
tronco não muito longe de onde estavam.
Ela apanhou o corte de puro linho que fora tingido na cor
das esmeraldas e começou a enrolá-lo ao redor da cintura delgada.
A respiração já voltara ao normal; o brilho leve do suor
que tinha feito as penugens dos braços nus cintilarem já havia
secado.
Possuía uma silhueta espetacular. O corpo era esguio, atlético
e perfeitamente talhado, mas não havia nada de rude ou
masculino em sua compleição. A adorável pele morena parecia
sedosa e atraía o toque; só depois de realmente tocá-la, a força
primorosa dos músculos por baixo daquela pele podia ser plenamente
percebida.
Mas poucos ousavam tocar a jovem Deusa.
Ela era alta, sobrepondo em vários centímetros o 1,70m de
altura da mãe. Durante o começo da puberdade, havia sido magra
e um pouco desajeitada, mas logo as curvas e a plenitude
da feminilidade substituíram o jeito potrilho. A parte inferior
do corpo era uma perfeita mistura de humano e centauro. Ela
possuía a beleza e o encanto de uma mulher, a força e a graça
de um centauro.
Etain sorriu para a filha. Como desde o momento do nascimento
dela, abraçou a singularidade de Elphame com um amor
feroz e protetor.
— Não precisa usar essa roupa, El. — Ela não percebera
que havia falado seu pensamento em voz alta até a filha olhar
rapidamente.
— Sei que acha que eu não preciso. — A voz, geralmente
tão semelhante à da mãe, de repente se endureceu com emoção
contida. — Mas preciso. Não é a mesma coisa para mim.
Não me olham como você.
— Alguém disse algo para magoá-la? Diga-me quem é e
essa pessoa conhecerá a ira de uma deusa! — Fogo verde faiscava
nos olhos de Etain.
A voz de Elphame perdeu toda a expressão ao responder à
mãe:
— Não precisam dizer nada, mamãe.
— Preciosa... — A raiva se esvaiu dos olhos de Etain — ...
sabe que as pessoas a amam.
— Não, mamãe. — Ela ergueu a mão para impedir que a
mãe a interrompesse. — Amam você. As pessoas me idolatram e
veneram. Não é a mesma coisa.
— Claro que a veneram, El. Você é a filha mais velha da
Amada de Epona e foi abençoada pela Deusa de uma maneira
muito especial. Deveriam venerá-la.


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Beatriz
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